O movimento SciArt nas páginas da Forbes

 

Atualmente temos grandes empresas como Facebook e Adobe promovendo a interação entre engenheiros e artistas e ainda renomados institutos de pesquisas científicas, como MIT e CERN, promovem residências artísticas. Essas e outras propostas de colaboração possuem o mesmo objetivo: estimular a ciência e a tecnologia a explorarem novas possibilidades. E é neste contexto que surge o movimento SciArt.

 

O movimento SciArt proporciona novas perspectivas. Ele é composto por pessoas que utilizam arte, ciência e tecnologia para realizar inovação e romper barreiras entre distintas disciplinas. Um dos nomes à frente deste movimento é Julia Buntaine, uma jovem artista que viu a sua trajetória ir pra um caminho inesperado quando interessou-se por estudar neurobiologia. Com seu olhar de escultora, enxergava na ciência uma fonte de inspiração. Mas seu interesse foi aprofundando-se e em 2013 ela fundou a SciArt Magazine e o  SciArt Center. Como mídia digital, seu projeto tornou-se uma espécie de incubadora para cientistas, galeria para artistas e a infusão de ambos. O impacto é global com o mínimo de recursos, mas em sua empreitada essa aproximação entre as áreas não se deu de forma simples e imediata. Seu trabalho tem sido tão reconhecido que chegou na prestigiada revista Forbes. Em sua entrevista Buntaine fala que “o que não percebemos é a área de interseção entre eles [cientistas e artistas]: ambos fazem questionamentos fundamentais acerca do mundo e observam grandes problemas com um olhar inovador.” Portanto, para ela, primeiro foi preciso encorajar colaboração e criar comunidade.

 

Referências para esse Post: https://www.forbes.com/sites/andrewgoldsmith/2018/07/23/the-sciart-movement-why-facebook-mit-and-autodesk-use-art-to-drive-innovation/?mc_cid=f72e7d1cc3&mc_eid=ca1f8434bc#4a9b23c83911

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